quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Caldeiras e Geradores de Vapor


 As caldeiras são geradores de vapor que se diferenciam em sua essência na forma de aquecimento da água que é transforma em vapor. Sendo este aquecimento possível, pela forma como a água é armazenada no corpo da caldeira e a circulação dos gases da combustão.

Com estas características, é possível entender os tipos de caldeira. Ou seja, como a água é armazenada e como os gases de combustão serão conduzidos, temos os tipos de caldeira. Sendo os tipos mais comuns  as aguatubulares, em que a água circula por dentro de tubos e os gases de combustão, ou a própria chama, entra em contato com os tubos. E as flamotubular, onde os gases de combustão circulam dentro de tubos e o corpo da caldeira armazena a água que mudará seu estado físico de líquido para vapor.

O objetivo de um gerador de vapor é o transporte e fornecimento de energia por meio do vapor. Sendo a caldeira o método de geração de vapor mais usado, desde os tempos primórdios do desenvolvimento industrial. Tendo um amplo campo de atuação desde ao fornecimento de energia para locomotivas a indústrias de alimentos.



O principio de geração de vapor se dá através do conhecimento da termodinâmica, onde o “fornecimento de calor sensível a água até alcançar a temperatura de ebulição, mais o calor latente a fim de vaporizar a água e mais o calor de superaquecimento para transformá-la em vapor superaquecido, é dado pela queima de um combustível. 



Uma caldeira é um equipamento de alta complexibilidade em termos de operação, manutenção, componentes, destino de aplicação, combustível e segurança. Por se tratar de um equipamento com alto grau de risco, tanto como patrimônio da empresa, como para a vida dos colaboradores. As normas e procedimentos de segurança devem ser seguidos sem desvios de condutas e negligências.

Não são raros de encontrar, em fontes mais diversas, acidentes mortais com esses equipamentos. Em que a maioria das causas encontradas, após investigação, foi à negligência e o desvio de conduta dos operadores.

Com o objetivo de facilitar o conhecimento de uma caldeira flamotubulares, esta materia, destina-se primeiramente a descrever as partes internas e externas de uma caldeira. Sendo suas partes principais:

Corpo: É constituída a partir de uma chapa de aço carbono calandrada e soldada, sendo o diâmetro e comprimento relacionados a capacidade de produção de vapor. As pressões de trabalho são limitada  (máxima 20 Kgf/cm2) pelo diâmetro de corpo desta caldeira;
Espelhos: São chapas planas cortadas em formas circulares, de modo que encaixam nas duas extremidades do corpo da caldeira e são fixadas através de soldagem. Onde serão encaixados os tubos de fumaça. Fixados por mandrilhamento ou soldagem;
Feixe Tubular: Tubos que são responsáveis pela absorção de calor contido nos gases de exaustão usados para aquecimento da água. Ligam os espelhos frontais com o posterior, podendo ser de um, dois ou três passes;
Caixa de Reversão: É o local onde os gases da combustão fazem a reversão do seu trajeto, passando novamente pelo interior da caldeira;
Cinzeiro: Componente destinada a caldeiras com combustível sólido, onde se deposita as cinzas ou pequenos pedaços de combustíveis não queimados;
Fornalha: Esse componente pode ser equipado com grelha ou queimadores de óleo ou gás; 
Secção de Irradiação: São as paredes da câmara de combustão revestida internamente por tubos de água;
Secção de Convecção: Feixe de tubos de água, recebendo calor por convecção  forçada, pode ter uma ou mais passagem de gases;
Superaquecedor: Trocador de calor que aquecendo o vapor saturado transforma-o em vapor superaquecido;
Economizador: Trocador de calor que através do calor sensível dos gases de combustão saindo da caldeira aquecem a água de alimentação;
Pré-aquecedor de Ar: Trocador de calor que aquece o ar de combustão, trocando calor com os gases de exaustão da caldeira;
Exaustor: Faz às exaustões dos gases de combustão, fornecendo energia para vencer as perdas de carga devida a circulação dos gases;
Chaminé: Lança os gases de combustão ao meio ambiente, geralmente a uma altura suficiente para dispersão dos mesmos;

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Emissões Atmosféricas.


Emissões Atmosféricas

Formação de material particulado.
A formação e emissão de material particulado em processos de combustão só é relevante na queima de combustíveis líquidos e sólidos.

Na queima de combustíveis líquidos o material sólido "arrastado" pelos gases de combustão para fora do sistema provêm de três possíveis fontes: 

• material orgânico resultante da coqueificação das gotas ("coque" ou "cenosfera");

• material orgânico formado a partir de frações evaporadas das gotas ("fuligem") e

• material inorgânico presente no combustível ("cinzas"). 

A combustão de líquidos em caldeiras convencionais é precedida pela sua nebulização imediatamente a jusante do bocal do queimador (gotas de 10 a 100 µm). Cada gota, desprezando-se o efeito das demais, à medida que se desloca no interior da câmara de combustão e atravessa regiões de temperaturas crescentes, vai se aquecendo e se evaporando, de tal forma que vai se formando à sua volta uma camada de mistura ar primário/gases de combustão/vapor do líquido.

Num dado ponto, de temperatura e concentração da mistura adequadas, se dá a ignição da mistura gasosa. A partir daí se estabelece uma chama em torno da partícula, a qual passará a fornecer calor para que a gota continue evaporando.

Após a ignição, na medida em que a gota se evapora, entre a zona de reação (interface O2/combustível de alta temperatura, que se estabelece ao redor da gota) e a própria gota, parte das moléculas do combustível no estado vapor, encontrando condições propícias (alta temperatura; deficiência de O2) sofrem craqueamento e polimerização simultânea, dando origem às partículas de fuligem.

Tais partículas, de diâmetro inferior a 20 Å, tendem a acompanhar as linhas de corrente no interior da câmara de combustão, sofrendo, simultaneamente, processos de oxidação, coagulação e crescimento superficial até serem emitidas, via gases de combustão, individualmente (esferóides de diâmetro inferior a 1µm), ou agregadas a inorgânicos ou a partículas de coque.

Filtro de partículas.
As gotas, em seu deslocamento pela câmara de combustão, vão tomando forma de cenosferas, com composição se aproximando à do coque (elevada relação C/H) e mantendo ainda relativamente altos teores de enxofre e metais.

Ao final da câmara de combustão, gotas não totalmente oxidadas, serão emitidos nas formas de partículas esféricas ocas, geralmente denominadas "coque" ou "cenosfera", de diâmetro na faixa de 1 a 100 µm e em cujas cavidades poderão estar alojados fuligem e inorgânicos.

 Quanto aos inorgânicos do combustível, são em sua maioria oxidados na chama, formando muitas vezes compostos complexos resultantes da interação de óxidos e sulfatos. Este material, na fase vapor, líquido ou sólido, é "arrastado" pelos gases de combustão indo se depositar nos feixes de tubos e nas paredes da caldeira por efeito de impacto ou de difusão, ou é emitido, em sua maioria, na forma de partículas sólidas, relativamente pequenas, muitas vezes agregadas ao material orgânico efluente do processo, denominadas genericamente de "cinzas".

Por: Daniel Medeiros de Andrade.






segunda-feira, 25 de março de 2013


Produção de gás de síntese por plasma térmico via pirolise de metano  e dióxido de carbono.

O biogás trata-se de um gás que apresenta em sua composição CH4 (45 a 65%), CO2 (35 a 41%) N2  (1 a 17%) e numa taxa de menos de 1% de O2. Alem de outras substâncias, tais como: benzeno, aldeídos e cetonas, ácidos graxos voláteis, sulfetos e dissulfetos, amônias e aminas. Substâncias que agregam um odor desagradável

O biogás tem como suas fontes aterros  sanitários biodigestores  e resíduos animais. Sendo resultados da decomposição por micro-organismos em condições anaeróbicas de material orgânico.

O metano presente no biogás pode chegar a uma porcentagem de 65%v/v nas condições de produção de biodigestores de esgoto. Este biogás pode ser usado como combustível por apresentar uma elevada entalpia de combustão presente no metano   cH= -890 Kj.mol-1. Podendo também ser usado também na reforma a seco na produção de gás de síntese.

INEXPLICADO:
A reforma a seco permite q conversão de CH4 e CO2 em gás de síntese através das reações:
1.    Equação 1: Razão 1/1 entre H2/CO2
CH4(g)  + CO2(g)                   2H2(g) 2CO(g)
2.   

Equação 2:  Síntese  de Metano:
                              2H2(g)  + CO(g)                  CH3OH(l)
3.    
Equação 3: Processo Fisher Tropsch para produção de alcanos:
                            (2n+1)H2(g)  + nCO(g)                CnH(2n+2) + nH2O(l)

As reformas são adequadas para fontes de biogás que apresenta produções similares de CH4 e CO2, como pro exemplo os aterros sanitários.

Durante a reforma catalítica existem reações que ocorrem paralelamente as, sendo algumas delas desejáveis e outras não.

1.    Equação 4: Nesta reação há o aumento da concentração de CO2 e o rendimento de CO:
                                           CO2(g) + H2                     H2O(g) + CO(g)
2.    A reação de Boudoard diminui a conversão de CO2(g) e o rendimento de CO:
                                            2CO(g)                 CO2 + C(s)
3.    Esta reação aumenta a conversão de metano e o rendimento de H2:


                                             CH4(g)          C(s) + 2H2(g)
As equações 5 e 6 provam porque surge carbono solido durante o processo de reforma.

Remoção de compostos sulfurados, com o objetivo de evitar o envenenamento dos catalizadores, lenta ignição e como se trata de um processo onde há o consumo de calor muito alto pela  reação. Há uma necessidade de uma fonte termina externa. Essas são  alguma das limitações técnicas industriais  para o processo de reforma catalítica de biogás.

Novas técnicas vêm sendo estudadas para solucionar as limitações praticas da indústria, entre essas técnicas estudadas tem-se a Reforma por Plasma Térmico.  

O plasma térmico consiste de uma mistura de espécies quimicamente ativas altamente energéticas formadas de partículas neutras, íons, fótons e elétrons em equilíbrio termodinâmico, em que as temperaturas dos elétrons e das partículas estão em equilíbrio na faixa de 3000 a 50.000k. Na reação de reforma do biogás por plasma térmico, a alta temperatura do meio e todas estas espécies ativas participam na quebra das ligações químicas para produzir novas espécies.

O processo de degradação ou decomposição por plasma térmico segue-se em duas etapas:

·         1a – As altas temperaturas geradas pelo plasma juntamente com a dissociação por impacto de elétrons quebram as ligações químicas das moléculas formando radicais livres extremamente reativos e instáveis.
·         2a – No esfriamento da mistura gasosa se recombinando espontaneamente formando novas substâncias.
     
Embora a tecnologia por plasma térmico aplicado a produção de gás de síntese pela reforma de biogás se mostra eficiente, vários aspectos do processo precisa ser elucidado, tais como: 


·         Composição e pureza do material de partida;
·         Produção da mistura dos componentes;
·         Identificação das diferentes substâncias formada.

Pra quem gostou  já fica a dica pra continuar as pesquisas.

ATT: Daniel Medeiros de Andrade

Referência: Quím. Nova, vol34, N9,1491 – 1495, 2011


domingo, 10 de março de 2013

Aprendendo a investir.


Pessoal hoje estou só passando pra postar um site pra quem ta interessado em aprender sobre investimento na bolsa de valores.
Trata-se de simulador da bolsa de valores Bovesp. Muito bom pra quem ta pensando em investir e ainda não sebe como funciona o mercado de ações. Sendo muito bom, simples e de graça.
http://folhainvest.folha.com.br/

sexta-feira, 8 de março de 2013

10 tecnologias que podem salvar a economia mundial

10 tecnologias que podem salvar a economia mundial
Com informações do WEF - 26/02/2013
Revolução Industrial 2.0
https://www.google.com.br/search?hl=en&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1024&bih=425&q=meio+ambiente&oq=meio+ambi&gs_l=img.3.0.0l4j0i5l6.633.3870.0.6493.9.5.0.0.0.0.1571.3807.0j1j1j0j1j7-1j1.5.0...0.0...1ac.1.5.img.GvF1lCfFxDg#imgrc=I0VqhrpDZkaUxM%3A%3BTP-MFnzhAY28hM%3Bhttp%253A%252F%252Fupload.wikimedia.org%252Fwikipedia%252Fcommons%252Fthumb%252F3%252F36%252FHopetoun_falls.jpg%252F325px-Hopetoun_falls.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fpt.wikipedia.org%252Fwiki%252FMeio_ambiente%3B325%3B217
O Fórum Econômico Mundial anunciou sua lista das 10 principais tendências tecnológicas que prometem decolar e levar junto a quase paralisada economia mundial.
Segundo a entidade, essas tecnologias poderão ajudar a alcançar um crescimento econômico sustentável nas próximas décadas, conforme continuam a crescer a população global e, por decorrência, as demandas materiais sobre o meio ambiente.
A seleção das tecnologias levou em conta a possibilidade de avanços no desenvolvimento industrial e econômico, e a possibilidade de implantação industrial a curto e médio prazo.
10 tecnologias emergentes que podem salvar a economia mundial
A Coreia do Sul começou a testar trens alimentados por eletricidade sem fios. [Imagem: KAIST]
Veículos Elétricos Online (OLEV)
Tecnologias de eletricidade sem fio já conseguem fornecer eletricidade para veículos em movimento.
Na próxima geração de carros elétricos, conjuntos de bobinas de captação sob o assoalho do veículo vão receber a energia remotamente através de um campo eletromagnético de transmissão gerado por cabos instalados sob a estrada.
A corrente elétrica sem fios também recarrega uma bateria utilizada para alimentar o veículo quando ele está fora das redes de suprimento ou circulando por vias que ainda não contam com a infraestrutura.
Como a eletricidade é fornecida externamente, esses veículos precisam de uma bateria com apenas um quinto da capacidade da bateria de um carro elétrico atual.
Os sistemas de eletricidade sem fios já podem alcançar uma eficiência de transmissão de mais de 80%.
Veículos online elétricos já estão em testes de estrada em Seul, na Coreia do Sul.
10 tecnologias emergentes que podem salvar a economia mundial
A impressão 3D promete nada menos do que aquarta revolução industrial, a era das máquinas livres. [Imagem: Pearce/Science]
Impressão 3-D e fabricação remota
impressão tridimensional permite a criação de estruturas sólidas a partir de um arquivo CAD de computador, potencialmente revolucionando a economia industrial se os objetos puderem ser impressos remotamente.
O processo envolve camadas de material que são depositadas umas sobre as outras para criar virtualmente qualquer tipo de objeto.
Projetos assistidos por computador são "fatiados" em modelos de impressão, permitindo que objetos criados virtualmente sejam usados como modelos para reproduções reais feitas de plástico, ligas metálicas ou outros materiais.
O recurso de impressão 3-D de objetos também é conhecido como fabricação aditiva, tendo nascido para a criação de protótipos, mas está rapidamente se transformando em uma técnica de fabricação em larga escala.
10 tecnologias emergentes que podem salvar a economia mundial
Materiais autocicatrizantes prometem ajudar a cuidar melhor da saúde e a proteger prédios e aviões. [Imagem: UIUC]
Materiais com autocura
Uma das características básicas dos organismos vivos é a sua capacidade inerente para reparar danos físicos - cicatrizar-se e curar-se de ferimentos, por exemplo.
Uma tendência crescente no biomimetismo é a criação de materiais estruturais não-vivos que também têm a capacidade de curar-se quando cortados, rasgados ou quebrados.
Materiais que se consertam sozinhos podem reparar danos sem intervenção humana externa, o que poderá dar vida mais longa aos bens manufaturados e reduzir a demanda por matérias-primas.
Outro potencial é o de melhorar a segurança inerente dos materiais utilizados na construção civil ou carros e aviões.
10 tecnologias emergentes que podem salvar a economia mundial
Novas tecnologias de microfiltragem podem viabilizar a dessalinização da água do mar a baixo custo. [Imagem: Damien Quémener]
Purificação de água energeticamente eficiente
A escassez de água é um problema ecológico crescente em muitas partes do mundo, devido principalmente a demandas concorrentes da agricultura, das cidades e outros usos humanos.
Enquanto os sistemas de água doce estão sobre-utilizados ou exauridos, adessalinização da água do mar oferece uma fonte quase ilimitada de água.
Mas hoje isso tem um custo considerável de energia - principalmente de combustíveis fósseis - para alimentar os sistemas de evaporação ou osmose reversa.
Tecnologias emergentes oferecem o potencial para a dessalinização e a purificação de águas residuais significativamente mais eficientes em termos de energia, potencialmente reduzindo o consumo de energia em 50% ou mais.
Técnicas como a osmose reversa também podem ter sua eficiência melhorada pela utilização de calor residual de termelétricas ou calor renovável, produzido por energia termossolar ou geotérmica.
10 tecnologias emergentes que podem salvar a economia mundial
Vários estudos já demonstraram a possibilidade de usar a energia solar para transforma CO2 em combustível para carros. [Imagem: UCLA]
Conversão e uso de dióxido de carbono (CO2)
As longamente esperadas tecnologias para a captura e sequestro de dióxido de carbono ainda estão por demonstrar-se comercialmente viáveis, mesmo na escala de uma única estação geradora de energia.
Novas tecnologias que convertem o CO2 indesejável em produtos vendáveis podem potencialmente resolver tanto as deficiências econômicas quanto energéticas das estratégias convencionais de captura e sequestro de dióxido de carbono.
Uma das abordagens mais promissoras usa bactérias fotossintéticas geneticamente modificadas para transformar resíduos de CO2 em combustíveis líquidos ou produtos químicos de baixo custo usando sistemas conversores modulares alimentados por energia solar.
Sistemas individuais desse tipo prometem cobrir centenas de hectares nos próximos dois anos.
Sendo de 10 a 100 vezes mais produtivos por unidade de área de terra, estes sistemas resolvem uma das principais limitações ambientais dos biocombustíveis gerados a partir de matérias-primas agrícolas ou de algas, e poderão fornecer combustíveis de baixo teor de carbono para automóveis, aviões ou outros grandes usuários de combustíveis líquidos.
Nutrição saudável em nível molecular
Mesmo em países desenvolvidos, milhões de pessoas sofrem de desnutrição, devido à deficiência de nutrientes em suas dietas.
Técnicas genômicas modernas podem determinar ao nível de sequência genética a grande variedade de proteínas naturais que são importantes para a dieta humana.
As proteínas identificadas podem ter vantagens sobre os suplementos proteicos tradicionais na medida que podem fornecer uma maior percentagem de aminoácidos essenciais, e têm melhor solubilidade, sabor, textura e características nutricionais.
A produção em larga escala de proteínas alimentares puras para o ser humano, com base na aplicação da biotecnologia para nutrição molecular, pode oferecer benefícios à saúde, como melhor desenvolvimento muscular, gestão do diabetes ou redução da obesidade.
10 tecnologias emergentes que podem salvar a economia mundial
Tecidos ciborgues misturam biológico e eletrônico. [Imagem: Tian et al./Nature Materials]
Sensoriamento remoto
O uso cada vez mais generalizado desensores que permitem respostas passivas a estímulos externos vai continuar a mudar a nossa forma de responder ao ambiente, em especial na área da saúde.
Exemplos incluem sensores que monitoram continuamente a função corporal - como frequência cardíaca, oxigenação do sangue e níveis de açúcar no sangue - e, se necessário, desencadear uma resposta médica, como o fornecimento de insulina.
Os avanços dependem da comunicação sem fio entre dispositivos - nós das redes de sensores -, tecnologias de sensoriamento com baixo consumo de energia e, eventualmente captação ativa de energia, através dos chamados nanogeradores.
Outro exemplo inclui a comunicação veículo-a-veículo para melhorar a segurança nas ruas e estradas.
10 tecnologias emergentes que podem salvar a economia mundial
Cientistas mais ousados trabalham com a possibilidade de que nanofábricas produzam medicamentos dentro do próprio corpo humano. [Imagem: Avi Schroeder]
Aplicação precisa de medicamentos por engenharia em nanoescala
Fármacos que podem ser aplicados com precisão em nível molecular no interior ou em torno de uma célula doente oferecem oportunidades sem precedentes para tratamentos mais eficazes, ao mesmo tempo reduzindo os efeitos colaterais indesejados.
Nanopartículas funcionalizadas, que aderem ao tecido doente, permitem a aplicação em microescala de potentes compostos terapêuticos.
Isso minimizando o impacto do remédio sobre os tecidos saudáveis.
Essas nanopartículas funcionais estão começando a avançar rumos aos testes clínicos.
Depois de quase uma década de pesquisa, estas novas abordagens estão finalmente mostrando sinais de utilidade clínica.
10 tecnologias emergentes que podem salvar a economia mundial
Circuitos eletrônicos biodegradáveis já funcionam como curativos eletrônicos, mas logo poderão se dissolver no corpo humano. [Imagem: Fiorenzo Omenetto/Tufts University]
Eletrônica e fotovoltaicos orgânicos
eletrônica orgânica baseia-se na utilização de materiais orgânicos, tais como polímeros, para criar circuitos e dispositivos eletrônicos.
Esses circuitos eletrônicos orgânicos podem ser fabricados por impressão e normalmente são finos, flexíveis e até transparentes.
Em contraste com os semicondutores tradicionais à base de silício, que são fabricados com técnicas caras de fotolitografia, a eletrônica orgânica pode ser impressa usando processos de baixo custo, similares à impressão a jato de tinta.
Isso torna os produtos extremamente baratos em comparação com os dispositivos eletrônicos tradicionais, tanto em termos de custo por aparelho, quanto do capital necessário para produzi-los.
Embora atualmente a eletrônica orgânica não se encontre em condições de competir com o silício em termos de velocidade e densidade, ela tem o potencial para proporcionar uma vantagem significativa em termos de custo e versatilidade.
Coletores solares fotovoltaicos impressos, por exemplo, custando muito menos do que as células solares de silício, podem acelerar a transição para as energias renováveis.
Quarta geração de reatores nucleares e reciclagem de resíduos
Os reatores nucleares atuais usam apenas 1% da energia potencial disponível no urânio, deixando o resto radioativamente contaminado como lixo nuclear.
O desafio de lidar com os resíduos nucleares limita seriamente o apelo desta tecnologia de geração de energia.
A reciclagem do urânio-238 em um novo material físsil caracteriza o que está sendo chamado de Nuclear 2.0.
A promessa é de estender em séculos a vida útil dos recursos de urânio já minerados, ao mesmo tempo reduzindo drasticamente o volume e a toxicidade do lixo nuclear, cuja radioatividade vai cair abaixo do nível do minério de urânio original em uma escala de tempo de séculos, e não mais de milênios, como é hoje.
Tecnologias de quarta geração, incluindo reatores rápidos resfriados por metal líquido, estão sendo implantados em vários países e já são oferecidos por empresas fabricantes de equipamentos de engenharia nuclear.
Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=10-tecnologias-emergentes-salvar-economia-mundial&id=010125130226

domingo, 22 de abril de 2012

Volta as atividades

Devido a uma serei de problemáticas tive que me ausentar das responsabilidade com o nosso blog.

Venho por meio deste, declara que voltamos as atividades normais de trabalho. E desta vez com uma proposta de trabalho bem mais elabora e cada vez mais consistente. Propondo novos temas, com pontos diversificados e visando tecnologias cada vez mais inovadoras. Objetivando sempre a integração entre o desenvolvimento tecnológico, técnicas novas ou já aplicas em outros países, desenvolvimento sustentável, tecnologias na industria química e o meio ambiente. E agora a agregação da robótica em nosso meio informacional e como esta pode contribuir para um desenvolvimento saudável do nosso planeta.

O programa de publicações esta bem engajado e em certos pontos, até complexos. Não nos limitaremos a apenas a abordagens meramente descritivas, mas também entraremos em contextos matemáticos e aplicaremos conceitos da Física, da Química, da Biologia e tudo que tiver relevância na perspectiva  mais completa possível.


Neste momento de retomada das atividades, vale relembrar quais são os objetivos de trabalho e qual é o proposito deste blog. Que é torna-se uma fonte segura de informação e um portal de acesso a profissionais  das mais diversas áreas. Sempre guiados por nossos valores, que são: Compromisso e Responsabilidade.




Espero que tirem bastante proveito deste ferramenta disponível para vocês.

 Ass: Daniel Medeiros de Andrade.

        

domingo, 1 de abril de 2012

Metais raros
É cada vez maior a preocupação com o uso de metais muito raros, essenciais aos equipamentos de alta tecnologia.Segundo um estudo que acaba de ser concluído por pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology), uma mudança em larga escala rumo a fontes de energia mais limpas pode colocar em risco o suprimento desses elementos, especialmente de dois metais da família das terras raras.A família das terras raras é composta por 17 elementos, que vêm sendo usados em inúmeras aplicações de alta tecnologia, de aviões a lasers e sistemas de imageamento médico.Dois deles, o disprósio e o neodímio, são os mais sensíveis à disseminação dessas novas tecnologias, garantem Randolph Kirchain e seus colegas.
Longa vida à mineração
O disprósio e o neodímio estão presentes sobretudo na fabricação de ímãs de última geração, presentes nas turbinas eólicas e nos carros elétricos.Mas há riscos de falta de suprimento envolvendo também o lantânio, cério, praseodímio, samário, európio, gadolínio, térbio e ítrio.As projeções indicam elevações na demanda dos diversos elementos que variam entre 600% e 2.600% nos próximos 25 anos, enquanto a produção tem crescido alguns poucos pontos percentuais ao ano.Recentemente o Serviço Geológico do Reino Unido criou uma lista de risco dos metais mais raros da Terra.O professor James Burnell, do Serviço Geológico do Colorado, vai mais longe, e chega a falar em "guerras comerciais"."Há um equívoco no público, que confunde mudança para energias alternativas com um abandono da mineração, o que não pode ser feito," diz ele, lembrando que a desejada diminuição da exploração do petróleo e do gás natural nada tem a ver com a extração dos outros minerais, embora ambas sejam mineração.Uma grande variedade de metais raros são necessários para fabricar também os painéis fotovoltaicos para energia solar, as células de combustível para uma sonhada economia do hidrogênio, e até baterias de alta capacidade para os veículos híbridos e elétricos.
Terras raras da China
Assim, todos os metais, os raros e os não-raros, terão que continuar sendo produzidos pela mineração - que pertence ao setor industrial, e não ao setor primário, outra confusão comum.Ocorre que os depósitos minerais não escolhem fronteiras, e não se distribuem equanimemente entre os países. Na verdade, a maioria dos metais de terras raras estão hoje em uma condição de quase monopólio, em poder da China.E a China está se preparando para construir geradores de energia eólica que chegam a 330 giga-watts. Apesar disso, pressões recentes dos países desenvolvidos, que já protocolaram uma queixa contra o país na Organização Mundial do Comércio pela diminuição das vendas de terras raras já tenham feito as autoridades chinesas anunciarem que estão revisando esses planos.Se o projeto for levado adiante, isso exigirá cerca de 59 mil toneladas de neodímio para construir os ímãs, o que é mais do que a produção anual do país desse metal. Ou seja, sobrará pouco abastecer o resto do mundo, que sonha ainda, além da energia eólica, com os carros elétricos.
Novas minas ou novas decisões
Assim, segundo Burnell, guerras comerciais, geradas pela busca de novos suprimentos de minerais, estão no horizonte.No entanto, estima ele, nem o público e nem os políticos parecem estar cientes do problema.A saída, segundo o pesquisador, está no investimento em novas tecnologias para a extração desses metais raros de outros tipos de minérios, além da busca por novas minas.Pesquisas indicam, por exemplo, que os leitos dos oceanos têm depósitos ricos em terras raras, enquanto trabalhos iniciais apontam no sentido da sintetização de materiais raros derivando-os de elementos mais abundantes.O Brasil tem uma das maiores reservas de terras raras do mundo mas, como parece ter firmado pé na decisão de ser um país agropecuário, não as explora.


Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=mudanca-tecnologias-verdes-iniciar-guerras-minerais&id=010125120322

Bombas Centrífugas

Concepção Básicas Com uma simples definição, pode dizer que uma bombas centrifugas trata-se de Máquinas Hidráulicas Operatrizes, ist...